Consulta ao Otorrino no HUPE

Oi pessoal, tudo bem?

Não lembro se cheguei a comentar que estive novamente no HUPE. Segui o conselho do dr. Roger Levy e fui à consulta com a otorrina. O Dr. Roger queria uma confirmação que minha audição melhorava com o uso de aspirina e, aparentemente, eu deveria fazer uns testes no HUPE pois somente lá tinha um equipamento de teste específico…

Cheguei lá às 9:00 da manhã, fui atendida por volta das 10h, a otorrina pediu para eu fazer um TAP e pegar algumas ampolas de clexane para que pudéssemos fazer o teste.  Fui ao laboratório, fiz o TAP (apavorada diga-se de passagem, pois o coletor estava com uma luva rasgada), fui à farmácia do hospital e, pra minha surpresa: a farmácia do HUPE não tem esse medicamento para fornecer aos pacientes.Fiquei super indignada com isso… Dr. Roger e o Dr. Ricardo Azedo que me perdoem, mas em questão de infra, o HC de São Paulo dá um banho no Hospital da UERJ.
Revoltas à parte, no final das contas, consegui pegar as ampolas de clexane com uma médica no setor de internação de reumato do Hospital. 
Depois de fazer a primeira audiometria, fui buscar o resultado do exame e, adivinhem só quanto estava meu INR: O bendito INR estava em 1,0. Ou seja, me entupo de anticoagulante para não correr risco de ter uma nova trombose e, faço o TAP e o resultado é essa beleza. Depois de pegar o resultado, me apliquei o clexane (3 ampolas, pra ser mais específica), esperei mais uma hora e refiz a audiometria e o resultado foi INACREDITAVEL. Eu estava com um limiar de 70dB antes do clexane (perda severa – profunda) e, uma hora depois, a audiometria conseguiu detectar um limiar de 25dB (perda leve). Há pelo menos 10 anos não tinha um limiar de audição tão alto. 

Bem, foi um porre ficar enfurnada no hospital o dia inteiro para fazer duas audiometrias e um Bera (sim, o exame tão específico era um bera que eu tinha feito em dezembro… ), mas por outro lado, fui medicada e evitei ter uma trombose repentina.

A culpa do INR baixo é somente minha. Estava tomando um antiinflamatório prescrito por um ortopedista por causa do quadril e, tinha sido final de semana de páscoa. Então, comi muito bacalhau, azeite, tomei 1 taça de vinho… Ou seja, fiz TUDO ERRADO.  Mas, quem resiste a uma bacalhoada portuguesa? 

Na semana seguinte, refiz o TAP e o resultado já voltou ao meu normal… 1,82. E assim, vamos em frente.  Depois do exame, voltei a me alimentar melhor e, eu torço para ele se estabilizar.

Fiz acupuntura na semana passada para melhorar a dor da bursite (que  agora está afetando o lado esquerdo também), mas, na 6ª feira, escorreguei feio na passarela entre meu trabalho e o shopping e estou morrendo de dor. Do jeito que as coisas estão, vou realmente ter que fazer a infiltração para tirar um pouco da dor. Mas, cadê a coragem de fazer a infiltração?  Nem sei como é a injeção, mas deve ser algo enorme (só fico pensando naquelas injeções de anestesia que a gente toma quando opera), pra conseguir ir até à articulação… #medo.

 

 

Um comentário em “Consulta ao Otorrino no HUPE

  1. Querida Bia, a infraestrutura da UERJ depende do ilmo Sr Sérgio Cabral Filho (seu secretário de Educação, etc) e não dos médicos que lá trabalham, ele é quem deve perdoar ou não… Cabe a todos nós; cidadãos, médicos, pacientes ou não; tentar divulgar e reclamar p melhorar isso. Cuide-se!!!

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